Maria Bonita e Lampião foram figuras centrais do cangaço nordestino nas primeiras décadas do século XX. Lampião, líder do grupo, tornou-se símbolo de resistência e violência em meio às injustiças do sertão, enquanto Maria Bonita rompeu padrões de sua época ao integrar o cangaço, representando força, autonomia e protagonismo feminino na história brasileira.
